Se você não agüenta mais gastar dinheiro com gasolina, estacionamento e seguro. Se você acha que pode economizar em transporte público, guardando o dinheiro da passagem pra se divertir, por exemplo, este estudo é a sua cara.
Desenvolvida por Marcelo Daniel, estudante de mestrado do Programa de Engenharia de Transporte da Coppe (UFRJ), a pesquisa concluiu que andar de bicicleta custa seis vezes menos do que de carro e três vezes menos em relação ao ônibus.
Calculado a partir do quilômetro rodado, em uma viagem de 20 km por dia, o custo levou em consideração os gas [...] Leia Mais
Se você não agüenta mais gastar dinheiro com gasolina, estacionamento e seguro. Se você acha que pode economizar em transporte público, guardando o dinheiro da passagem pra se divertir, por exemplo, este estudo é a sua cara.
Desenvolvida por Marcelo Daniel, estudante de mestrado do Programa de Engenharia de Transporte da Coppe (UFRJ), a pesquisa concluiu que andar de bicicleta custa seis vezes menos do que de carro e três vezes menos em relação ao ônibus. Calculado a partir do quilômetro rodado, em uma viagem de 20 km por dia, o custo levou em consideração os gastos com manutenção, acessórios, impostos e custos sociais, como acidentes, por exemplo. O estudo foi realizado no Rio de Janeiro e Porto Alegre e, nas duas cidades, a bicicleta sai na frente. O gasto é de R$ 0,12 por quilômetro na magrela, enquanto no carro chega a R$ 0,76.
Mais econômica, a bike também facilita a inclusão social, já que o custo da mobilidade não pesa no bolso, o que acaba incentivando as pessoas a aproveitarem mais a cidade. No caso do Rio, vamos combinar: curtir isso aqui é fácil, fácil.
Esta é uma história de sabores, paixões e encontros. Uma história de duas amigas que se juntaram pra construir um sonho: espalhar cor, aroma, saúde, atitudes e delícias pelo Rio de Janeiro.
Anna Elisa de Castro, conhecida por todos como Fofa, e Tati Lund são as figuras criativas e talentosas por trás do .Org, um misto de restaurante e empório especializado em alimentação saudável e orgânica. Localizado no Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, o lugar é um cantinho lúdico e colorido. Absolutamente tudo é feito com aquele toque especial de carinho e atenção, desde as mes [...] Leia Mais
Esta é uma história de sabores, paixões e encontros. Uma história de duas amigas que se juntaram pra construir um sonho: espalhar cor, aroma, saúde, atitudes e delícias pelo Rio de Janeiro.
Anna Elisa de Castro, conhecida por todos como Fofa, e Tati Lund são as figuras criativas e talentosas por trás do .Org, um misto de restaurante e empório especializado em alimentação saudável e orgânica. Localizado no Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, o lugar é um cantinho lúdico e colorido. Absolutamente tudo é feito com aquele toque especial de carinho e atenção, desde as mesinhas, quadros e almofadas até os pratos, flores e alimentos. Destaque para o cardápio, lindo, todo escrito a mão e cheio de desenhos. Desenhos estes que também estão na comunicação visual do restaurante. Eles vão muito além da função de enfeitar, e revelam bastante sobre as crenças e opções da dupla. “É isso o que a gente quer passar, é um estilo de vida. É como se fosse o nosso estilo de vida em alguns desenhos”, explica a Fofa.
Caminhos pra um sonho – A vontade de abrir um lugarzinho exatamente como o que tem agora começou há muito tempo. A paixão de Anna Elisa pelas panelas é antiga. Quando criança, ela tinha uma casa de bonecas com uma cozinha em pleno funcionamento na fazenda da avó, em Teresópolis. Foi lá que fez as primeiras alquimias. “Do lado da minha casa, fiz uma hortinha que eu mesma cuidava, foi assim que eu me envolvi com a comida”, relembra.
Dona de buffet desde os 18 anos, Anna Elisa logo se interessou pela cozinha natural. Em 2006, foi pra Nova York estudar no Natural Gourmet Institute for Health and Culinary Arts. Entrou em um novo mundo, com outros conhecimentos e ingredientes. Voltou outra. “Mudou a minha vida inteira depois que fui pra lá. A gente tem aula de vitamina, de propriedades dos óleos, e a matéria-prima muito diferente. Eu queria fazer um prato, mas não tinha agave aqui”.
Tati, que conheceu Fofa há alguns anos, estudou na mesma escola, influenciada pela ótima experiência da amiga. Como a primeira, ela também se interessou muito cedo pela alimentação, tanto que decidiu estudar a fundo o assunto. Foi fazer nutrição, mas se decepcionou com o curso. “Na faculdade era tudo muito tradicional, uma receita de bolo, 5 frutas por dia, 3 de leite, não mudava muito”, explica Tati.
Em Nova York, ela mergulhou no universo das panelas. “Estava e estou aprendendo a cozinhar. Ficava treinando na escola o dia inteiro, foi muito bom pra mim pela parte técnica, de cozinha”. O .Org funciona como um laboratório de criatividade e experimentos. A inspiração vem do que elas recebem, tudo muito fresquinho. “Chegou um bando de alho-poró pra mim hoje, tem tanta coisa que dá pra fazer”, planeja a garota, animada com a semana.
Balaio de sabores – Se você imagina que dieta saudável é a combinação de peito de frango grelhado com legumes ao vapor, precisa conhecer o .Org. As meninas fazem verdadeiras delícias preservando e maximizando o sabor dos alimentos. O conceito do trabalho é oferecer gastronomia de verdade, com execução requintada, mas tendo como preceito o bem estar e a sustentabilidade.
O fato de a cozinha ser vegetariana é apenas um detalhe. O que as meninas fazem questão de deixar claro é o conceito: comida boa, apetitosa e saudável. “Quero que qualquer pessoa venha aqui e sinta prazer, e não só quem é da turma que não come carne. Goste porque é uma comida boa, saborosa”, fala a Fofa.
Realmente, gostosura é o que não falta no cardápio, elaborado a partir do que elas mesmas gostam de comer. Entradinhas pra repartir, um super Veggie Burger e deliciosas sobremesas, entre elas uma torta integral de banana, estão entre os destaques. Todo dia, o .Org oferece também um prato diferente, feito a partir dos produtos da época e do cinturão verde do Rio. Aliás, o espaço tem uma super feirinha de legumes, verduras, hortaliças e frutas, com tudo orgânico e produzido no estado do Rio. Pegada de consumo consciente e sustentável. Pra quem mora perto, vale anotar na agenda o dia que os produtos chegam: terça-feira. O .Org também entrega no Jardim Oceânico e na orla da Barra. Conheça e coma com vontade: rua Olegário Maciel, 175 lj. G – 21 2493 1791
Quer mais dicas sobre alimentação gostosa e saudável? Não deixe de ver o Sem Tempero Não Dá, programa que a Fofa apresenta na TVA, canal 18 e também no Youtube. Inspiração total pra gente se aventurar e arrasar na cozinha. www.semtemperonaoda.com.br Quer um aperitivo?
Seguindo a vocação do Rio pra altas fotos e grandes exposições, como o FotoRio, a charmosa cidade de Paraty é a bola da vez de artistas, fotógrafos, colecionadores e aficcionados. Já na sétima edição, o Paraty em Foco está classificado como um dos dez festivais mais importantes do mundo.
O tema deste ano é bem atual, apesar do nome. Além de estar antenado com o mundo que queremos, #FUTURO ainda mostra a revolução multimídia que a fotografia vem passando. Na onda de olhar o amanhã, várias ações de sustentabilidade foram implantadas pra dar consistência à ideia de #F [...] Leia Mais
Seguindo a vocação do Rio pra altas fotos e grandes exposições, como o FotoRio, a charmosa cidade de Paraty é a bola da vez de artistas, fotógrafos, colecionadores e aficcionados. Já na sétima edição, o Paraty em Foco está classificado como um dos dez festivais mais importantes do mundo.
O tema deste ano é bem atual, apesar do nome. Além de estar antenado com o mundo que queremos, #FUTURO ainda mostra a revolução multimídia que a fotografia vem passando. Na onda de olhar o amanhã, várias ações de sustentabilidade foram implantadas pra dar consistência à ideia de #FUTURO. Quem passar pelas ruas históricas de Paraty, entre os dias 21 e 25 de setembro, vai ser incentivado a causar menos impacto ao ambiente e à charmosa cidadela. Lixeiras identificadas pra lixo seco e molhado serão distribuídas pelas calçadas de Paraty. Além disso, por conta da grande presença de artistas da fotografia, será feito um esquema de destinação correta pra pilhas e baterias, com um recipiente na sede da PEF pra recolher esse material. O ponto fraco fica por conta da divulgação dessas ações. Em épocas de necessidade de diminuição dos resíduos, flyers serão distribuídos pela cidade, gerando ainda mais lixo.
Diminuir a pegada da galera que vai se inspirar e aproveitar o festival também está na agenda do #FUTURO, um esquema que devia ser copiado por outros festivais. Incentivo de caronas do Rio e de Sampa vai ser montado pra aumentar o número de pessoas por carro, diminuindo a quantidade de veículos tanto nas saídas das duas metrópoles, quanto na pacata Paraty.
Arte em fotografia – Voltando às fotos, este ano é pra comemorar. Nada mais que 80 artistas vão passar pelas salas e as mesas da PEF. Entre os convidados, podemos destacar o sulafricano Pieter Hugo, Olivia Arthur da Magnum Photos UK, a americana Penelope Umbrico e os brasucas Claudia Jaguaribe, Luciano Candisani, da National Geographic, Caio Reisewitz e Miguel Rio Branco.
Parece mesmo que #FUTURO é agora! A cara da fotografia mudou muito nos últimos anos e fica o questionamento: como será a cena da produção fotográfica diante dessa revolução digital? Como estarão os fotógrafos daqui pra frente e qual será seu papel? Afinal, a nova sociedade se permite à arte inclusive pra se expressar e compartilhar quase tudo.
O festival é bem completo e tem uma programação enorme. São esperados oito mil aficcionados pela fotografia que podem curtir pelo menos 14 encontros com grandes expoentes mundiais dessa arte. Todos esses encontros acontecem na Casa de Cultura de Paraty com transmissão ao vivo. Exposições vão se espalhar pelas charmosas galerias da cidade e também em alguns lugares menos óbvios, como a capelinha Nossa Senhora das Dores e o Mercadinho de Peixe do Cais. Aliás, até as ruas históricas do centrinho vão virar galeria a céu aberto, com projeções feitas à noite pela cidade. Paraty vai mesmo respirar foto nesses dias.
A produção do Paraty em Foco fica por conta dos paulistas Estúdio Madalena e da Galeria Zoom de Paraty. Ficou tentado? Nós também, e muito! Vai lá mas antes dê uma passada aqui: www.paratyemfoco.com.br
Existe um ditado antigo que diz: de grão em grão, a galinha enche o papo. Nada mais pertinente pra falar sobre pequenas atitudes que fazem uma super diferença. Você já parou pra pensar em quanto economiza de água toda vez que escova os dentes com a torneira fechada?
O Pegada calculou. Agora em julho, fomos chamados pra um novo desafio. Colaborar com o processo de sustentabilidade de dois grandes hospitais de Brasília. Além de fechar um relatório sobre a gestão de resíduos e alternativas mais sustentáveis para os hospitais, tínhamos um outro foco, muito interessante. Colocar [...] Leia Mais
Existe um ditado antigo que diz: de grão em grão, a galinha enche o papo. Nada mais pertinente pra falar sobre pequenas atitudes que fazem uma super diferença. Você já parou pra pensar em quanto economiza de água toda vez que escova os dentes com a torneira fechada?
O Pegada calculou. Agora em julho, fomos chamados pra um novo desafio. Colaborar com o processo de sustentabilidade de dois grandes hospitais de Brasília. Além de fechar um relatório sobre a gestão de resíduos e alternativas mais sustentáveis para os hospitais, tínhamos um outro foco, muito interessante. Colocar o tema na vida das pessoas, de forma prática, simples e inspiradora.
Para a maior parte do nosso público, mais de 1,5 mil colaboradores, seria um dos primeiros contatos com o assunto. Por isso, criamos um encontro baseado em escolhas e informação, todas muito próximas da nossa rotina. Já nas primeiras turmas, o exemplo da torneira fechada mobilizou geral. Sabe porque? É muito simples e, quando calculado, mostra a grande diferença que cada um pode fazer. Se pensarmos no poder de transformação de um grupo então…
Vamos aos números. Dois minutos de torneira aberta consomem 12 litros de água, quando precisamos apenas de meio litro pra escovar os dentes. Calculando que uma pessoa escova os dentes três vezes ao dia, se o fizer de forma correta, ela pode economizar 34,5 litros de água por dia. Usar um copo d’água como medida pra não desperdiçar pode ser uma boa alternativa.
Pra ter uma ideia, a ONU afirma que 110 litros de água são suficientes pra atender as necessidades diárias de uma pessoa. Quer dizer, 3 dias escovando os dentes sem desperdício já ultrapassam esse total. Vamos combinar: é complicado?
A força coletiva – Se uma única figura consegue fazer tanta diferença, imagina então o impacto de uma mudança em um grupo. Na dança dos cálculos, vamos pegar a população do Rio de Janeiro. 6 milhões de pessoas conseguem poupar 207 milhões de litros de água por dia, quantidade suficiente ara abastecer uma população de 1,9 milhões de pessoas com o volume aconselhado pela ONU.
Pra muitos, essa mudança já faz parte da vida, mas sabemos que nem todos ainda incorporaram o hábito, tão simples, basta saber que no Brasil consumimos em média 200 litros de água por pessoa diariamente. Quem já faz, continue e mostre esses cálculos para os que ainda ficam pagando bobeira de torneira aberta. A água doce e potável agradece.
Calcule a sua pegada hídrica 1. Verifique na sua conta o volume de água em metros cúbicos consumido por mês. 2. Divida o valor pelo número de pessoas que moram na casa e, depois, faça a divisão por trinta para chegar ao gasto diário por pessoa. 3. O total individual multiplicado por 1.000 é o consumo, em litros, de cada pessoa em um dia.
Chefs renomados, endereços bacanudos, cardápio sofisticado e atendimento de primeira. Estas são as dicas para entrar na concorrida cena gastronômica do Rio, certo? Errado! Quem quer se aventurar a montar um restaurante pra fina flor dos cariocas e, ao mesmo tempo, ficar afinado com as novas necessidades do planeta precisa também de outros atributos. Reciclagem, sustentabilidade, responsabilidade, solidariedade e consciência estão na pauta dos empreendedores modernos.
Uma dessas casas antenadas com seu tempo não é necessariamente nova, mas faz toda a diferença quando o assunto [...] Leia Mais
Chefs renomados, endereços bacanudos, cardápio sofisticado e atendimento de primeira. Estas são as dicas para entrar na concorrida cena gastronômica do Rio, certo? Errado! Quem quer se aventurar a montar um restaurante pra fina flor dos cariocas e, ao mesmo tempo, ficar afinado com as novas necessidades do planeta precisa também de outros atributos. Reciclagem, sustentabilidade, responsabilidade, solidariedade e consciência estão na pauta dos empreendedores modernos.
Uma dessas casas antenadas com seu tempo não é necessariamente nova, mas faz toda a diferença quando o assunto é pegar leve. O Via Sete, do empresário Ricardo Stern, acaba de aportar sua terceira casa, dessa vez, no Leblon. A nova loja, na Ataulfo de Paiva, já vem com cuidados a partir do projeto. Toda a madeira utilizada na casa é certificada, e as lâmpadas LED garantem maior durabilidade e economia de energia.
Mas não é de hoje que Ricardo e seu sócio, Félix Opitz, pegam leve com o planeta. Desde 2007 são parceiros próximos da WWF. A cada conta é sugerida uma doação de R$1,00 para a fundação de proteção ambiental. Na outra mão, a ONG ajuda em cursos para os funcionários sobre o uso correto dos recursos naturais “A ideia é que o colaborador leve essa consciência ambiental adquirida nos encontros para a sua comunidade, para ampliar o engajamento nas ações ambientais” explica Ricardo.
Quanto mais ações responsáveis, mais leve fica a pegada. E o cuidado com os resíduos parece ser uma bandeira no Via Sete. O jogo americano é produzido com papel reciclato e todas as unidades da rede reciclam papelão, papel, PET e alumínio. Até as velas que iluminam o Via Sete tem um toque sustentável, são feitas de soja, dispensando o uso da parafina. “Damos incentivo para os funcionários responsáveis, qualquer valor arrecadado repassamos para eles. A empresa não fica com nada. Isso funciona como estímulo para quem for responsável pela organização”afirma o empresário.
Mas um dos itens merece destaque. É a reciclagem de óleo de cozinha, aquele pra fritar. Se for dispensado no meio ambiente, cada litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água. No Via Sete, eles não jogam nenhuma gota na pia. O sucesso da iniciativa foi tanto que a loja de Ipanema começou a receber garrafas de óleo de alguns vizinhos para enviar à reciclagem “Como esse óleo tem valor de mercado, eles pegam sem cobrar. Na verdade, ainda dão sabão liquido que usamos na empresa. Reciclamos, nos três restaurantes, por volta de 3000 litros por ano. É muita coisa que deixamos de poluir” frisa Stern.
O que Ricardo quis dizer de “muita coisa” é muita mesmo. Só da água que evita contaminar, faça as contas. Em relação à reciclagem, são enviados pra destino responsável aproximadamente 2,5 quilos de papel e papelão, 200 quilos de PET e 200 quilos de latas de alumínio. São 150 mil jogos americanos em papel reciclato que retornam para reciclagem após o uso. Essa operação encarece em 20%, valor que Ricardo e Félix acham justo para cuidar do meio ambiente.
E pra quem quiser ir além da preocupação ambiental e olhar pra própria saúde, o restaurante tem a opção de pedir produtos orgânicos. Um pouquinho mais caros, é verdade, mas repetindo o raciocínio de Ricardo Stern, é um preço justo pra cuidar da gente.
Via Sete Leblon acompanha a boemia do bairro – Além dos clássicos sanduíches, como o Hot Dog de lingüiça com queijo suíço, mostarda, molhos barbecue e honey mustard com batata frita (R$ 27) e Burguer Moulin Rouge de picanha ao confit de cebola roxa e pimenta rosa com queijo de cabra e batata frita (R$ 41), a rede aposta também em novidades. Pra matar a larica pós noitada, o Via Sete apresenta o “abre” da galera, com opções alcoólicas como Tábua de shots da absolut (R$ 60), bebidas em jarra, martinis, mojitos, além de frozens e sodas italianas acompanhadas de pequenas porções de petiscos. Delícias como mini hambúrguer de picanha com batata soufflé e molho de cebola com pimenta rosa (R$ 22) e Croquettes de vitella com cogumelos secos e alho poró servidos com molho de páprica e tomilho (R$ 16 com 4 unidades).
www.viasete.com.br Via Sete Leblon – rua Ataulfo de Paiva, 1240 Via Sete Ipanema – rua Garcia D´Ávila, 125 Via Sete Centro – rua Sete de Setembro, 43